Um total de 142 expositores, divididos entre 98 artesãos (40 dos quais famalicenses), 29 vendedores de produtos alimentares tradicionais, 10 restaurantes e 5 tasquinhas estão presentes na 27ª Feira de Artesanato e Gastronomia de Vila Nova de Famalicão, que está patente no antigo campo da feira semanal, no centro da cidade até ao dia 12 de Setembro.
A inauguração do certame, que regista a participação do presidente da Câmara Municipal de Famalicão, Armindo Costa, e de outros responsáveis locais, está marcada para as 17 horas.
Para além do artesanato e das iguarias típicas de todo o País, a organização da feira, a cargo do pelouro da Cultura da Câmara Municipal e da Associação Comercial e Industrial de Vila Nova de Famalicão, preparou um programa de animação dominado pelo folclore e pela música popular, que promete atrair muito público. Ao nível do programa de animação, o destaque vai para o concerto do cantor popular Emanuel (quarta-feira, dia 8) e para o espectáculo de humor da dupla Quim Roscas e Zeca Estacionâncio (quinta-feira, dia 9).
A cidade de Vila Nova de Famalicão, onde se cruzam as auto-estradas Porto-Valença e Vila do Conde-Guimarães, regressa, assim, às suas origens mais remotas, transformando-se num centro de venda de artesanato e de comidas típicas, naquela que, de acordo com o presidente da Câmara Municipal, Armindo Costa, “é uma das maiores feiras de artesanato e gastronomia do País”.
A partir de hoje, e até 12 de Setembro, a 27ª Feira de Artesanato e Gastronomia de Famalicão promete encher de animação uma urbe historicamente associada à actividade comercial. Recorde-se que, em 1205 – precisamente há 805 anos –, o Rei D. Sancho I atribuiu o Foral às terras de Vila Nova, ordenando que ali se fizesse uma feira, como forma de estimular a actividade comercial para desenvolver o seu reguengo. “Mando também que façais Feira...”, decretou o segundo rei de Portugal na carta magna que esteve na génese do actual município de Vila Nova de Famalicão. Um documento que, aliás, acabaria por marcar profundamente a identidade de uma terra que é hoje um grande centro comercial e industrial do Norte do País.
“Entre os dias 3 e 12 de Setembro, Famalicão é a capital do artesanato e da gastronomia”, destaca Armindo Costa, lembrando que o certame concentra na cidade cerca de uma centena de artesãos, vindos de todo o País, assim como expositores de produtos alimentares tradicionais e diversos restaurantes, representativos da cozinha das várias regiões. No certame deste ano, estarão presentes restaurantes com iguarias de Trás-os-Montes, Beira Alta, Beira Baixa, Alentejo e, naturalmente, do Minho.
“A beleza e a singularidade do artesanato português aliadas à riqueza da gastronomia são elementos vitais da nossa cultura popular, constituindo uma importante alavanca turística de Famalicão, que atrai milhares de pessoas à cidade”, afirma Armindo Costa, destacando o facto de muitos artesãos “trabalharem ao vivo”.
- Clique Iniciar Sessão ou registar-se para colocar comentários
